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· Ideias · 1 min de leitura

O Iceberg da Inteligência Artificial: estamos vendo apenas a superfície

Grande parte do que fazemos hoje com inteligência artificial ainda é executar mais rápido o que já fazíamos antes. A transformação começa quando a pergunta muda.

Por Ian Lahor Amato Sócio fundador da Soul Inteligência Criativa e Soul Image.Lab

A Inteligência Artificial já entrou na rotina de profissionais, empreendedores e empresas.

Criamos textos, imagens e apresentações. Pesquisamos informações, analisamos documentos, organizamos ideias e automatizamos tarefas.

Tudo isso é transformador. Mas talvez represente apenas a ponta do iceberg.

Grande parte do que fazemos hoje com Inteligência Artificial ainda está relacionada a executar de forma mais rápida ou eficiente coisas que já fazíamos antes.

A pergunta que muda o território

A verdadeira transformação pode começar quando deixamos de perguntar apenas:

“O que a IA consegue fazer?”. E passamos a perguntar:

“O que se tornou possível fazer por causa dela?”

Essa mudança de perspectiva revela um território muito maior.

Abaixo da superfície estão novas maneiras de ampliar capacidades humanas, organizar conhecimento, transformar processos, reinventar profissões, criar novos serviços e desenvolver modelos de negócio que talvez ainda nem existam.

As seis camadas

É o que chamamos de Iceberg da IA. Ele pode ser compreendido em seis camadas:

USAR. AMPLIAR. SISTEMATIZAR. REINVENTAR. CRIAR. LIDERAR.

Quanto mais descemos, menos a discussão é sobre ferramentas e mais passa a ser sobre pessoas, empresas e novas possibilidades.

Porque o verdadeiro potencial da Inteligência Artificial talvez não esteja em uma infinidade de coisas que as máquinas poderão fazer.

Está na infinidade de coisas que seres humanos poderão fazer com capacidades que antes não possuíam.

Nos próximos conteúdos, vamos mergulhar em cada uma dessas camadas.

Porque estamos apenas começando a descobrir o que existe abaixo da superfície.

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